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Não é que fosse diferente das outras. Um pouco estranha, sim. E antipática. Talvez por isso, na objecto da chacota e do riso de toda a turma. Ou talvez a sua antipatia fosse antes o resultado de se ver sempre constituída em alvo da troça de todas... Mas, quanto ao resto não. Carrie era uma moça normal. Como todas as outras. E mais como todas as outras seria se não fosse aquela "incrível" mulher que era sua mãe. Mas isso não explica tudo. Sobretudo, não explica que naquela noite, "a noite do baile", uma cidade inteira tenha sido arrasada por Carrie, sem que ela precisasse de mexer sequer um dedo... Um romance palpitante, que se lê de um fôlego e que nos coloca perante os mistérios do espírito humano e dos seus estranhos poderes. Uma porta aberta sobre um mundo desconhecido e inexplorado. Ficção científica? E talvez não. Sobretudo se tivermos em conta as recentes achegas da psicologia e casos reais da actualidade.
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