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A sua escrita tem sido comparada à de um Poe do século XXI, à de Roberto Bolaño e à de Cortázar. Com estes partilha temas e, sobretudo, universos inquietantes, sombrios, em que o leitor perde rapidamente o pé e é arrastado para regiões malévolas, incontroláveis (da mente humana, do dia-a-dia) que o vão assombrar, insidiosamente, durante muito tempo. Certo é que Mariana Enríquez, que prepara já o seu próximo romance, cruza magistralmente a grande tradição latino-americana com uma voz muito própria, a sua: e que é feroz, visceral, feminista, política e humorística.
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No geral são contos interessantes, que te fazem querer a continuar a ler, mas a grande maioria achei que acabavam do nada, quase como se estivesse faltando algo.