Que poderia fazer o advogado quando se tornou um dado adquirido que, no seu escritório em Wall Street, albergava “um jovem escrivão pálido”, Bartleby, ocupado a copiar ao preço habitual de quatro “cents” à página, mas que se recusava terminantemente a conferir o trabalho feito e nunca, por motivo algum, aceitava ser enviado para realizar qualquer recado? Herman Melville, neste conto memorável, descreve o comportamento singular de um escrivão que, à medida que o tempo passa, se sente cada vez menos inclinado para cumprir as suas tarefas, respondendo, com uma calma desarmante, “preferia não o fazer”.
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