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Nos tempos de Jay Gatsby, o jazz é a música do momento, a riqueza parece estar em toda parte, o gim é a bebida nacional (apesar da lei seca) e o sexo se torna uma obsessão americana. O protagonista deste romance é um generoso e misterioso anfitrião que abre a sua luxuosa mansão às festas mais extravagantes. O livro é narrado pelo aristocrata falido Nick Carraway, que vai para Nova York trabalhar como corretor de títulos. Passa a conviver com a prima, Daisy, por quem Gatsby é apaixonado, o marido dela, Tom Buchanan, e a golfista Jordan Baker, todos integrantes da aristocracia tradicional. Na raiz do drama, como nos outros livros de Fitzgerald, está o dinheiro. Mas o romantismo obsessivo de Gatsby com relação a Daisy se contrapõe ao materialismo do sonho americano, traduzido exclusivamente em riqueza. Aclamado pelos críticos desde a publicação, em 1925, O grande Gatsby é a obra-prima de Scott Fitzgerald, ícone da “geração perdida” e dos expatriados que foram para a Europa nos anos 1920.
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The tale of Gatsby is a tragic tale of a man in search of an unreachable dream.
It's also about the frenzy and hyper dream state that the american society lived in the 20's. The lack of morality comes with the transformation of adults into petty teenagers that just want to live in a state of euphoria forgetting about the consequences of their actions.
All the characters had layers and gray areas that made you question their motives, even the good old Gatsby. But they sure where hard to love with so many flaws and questionable choices. This is mostly related to my favorite aspect of the book, Fitzgerald writing style. In a few words he was able to depict an elaborated canvas filled with intricate details that made the scenes realistic.
Overall, I did enjoy the book a lot but I understand it might not be for everyone.